Sábado, 21 de Novembro de 2009



ATÉ SEMPRE GRANDE AMIGO,


Será que damos “valor” às pessoas que nos rodeiam? Quanto valem os nossos amigos? Qual o “preço” duma amizade? Qual a valia de um familiar?
Somos pequenos “pedaços de madeira” perdidos neste “mar” a que chamamos sociedade, pedaços de madeira como aqueles que podem ser apanhados por qualquer pessoa numa praia, atirados, mal tratados, espezinhados, mas que também podem ser acarinhados, bem tratados, limados e polidos pelas mãos de quem soube dar “valor” e vê a beleza e o potencial que está por detrás desse pedaço de madeira…
Gosto de me ver como um “pedaço de madeira” que é o resultado de tudo o que já passou e vai passando, algumas mossas, muitos golpes e feridas, mazelas q.b., mas também limado, concertado, polido e até mesmo transformado numa bela caixa que apesar de ter algumas arestas, defeitos, falhas por limar e algumas imperfeições, guarda muito “valor” lá dentro.
A muitas pessoas falta valor, não parecem ter qualidade alguma nem utilidade, não se lhes vê alguma mais valia, mérito ou préstimo, no entanto, acredito que essas pessoas servem para darmos valor a outras. Quantos de nós não demos valor a alguém por termos sido maltratados ou ignorados por outra pessoa? Quantos não se arrependeram da forma como tratámos alguém quando sentimos na pele o mesmo trato? Quantos de nós não seremos no nosso dia-a-dia pessoas sem “valor”???
Muitas pessoas não se apercebem que rebaixam quem está à sua volta apenas para terem as pessoas que as rodeiam ao seu nível, em vez de tentarem ser melhores pessoas, em vez de fazerem algo por si e pelos outros.
Apesar do nosso valor estar na importância que temos para as pessoas que nos rodeiam, está também e principalmente na nossa própria valorização, no nosso mérito, nas nossas virtudes, na capacidade de tentarmos e querermos ser melhores.


Somos melhores quando nos superamos a nós próprios, não quando superamos os outros.


Muitas vezes não valorizamos as pessoas que nos rodeiam, que nos apoiam, que estão lá para nós quando precisamos, porque essas pessoas tomamos como garantidas. Nada é garantido, tudo é efémero, passageiro. De um dia para o outro podemos perder alguém querido, sem termos oportunidade de lhe dizer e mostrar o quão importantes eram e quanto valiam para nós. Sortudos aqueles que fazem por isso e o conseguem antes que seja tarde demais!
Volto a repetir as perguntas: “Será que damos “valor” às pessoas que nos rodeiam? Quanto valem os nossos amigos? Qual o “preço” duma amizade? Qual a valia de um familiar?”
Não pensem naquilo que já perderam durante a vida, isso não voltará, pensem sim naquilo que podem estar a perder e podem vir a perder por não valorizarem quem está à vossa volta!


JOÃO SOARES

Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

ÁQUELES QUE ME CHAMAM CRETINO E MAL EDUCADO..

Á CAMBADA DE COBARDES QUE SÓ FALAM PELAS COSTAS DE MINHA PESSOA E DE OUTROS COLEGAS DO PND QUE SE ASSUMAM E FALEM COMIGO OS COBARDES EM CAUSA PODEM LIGAR-ME PARA
912 636 840 FICO Á ESPERA , ASSUMAM-SE PORRA..
JOÃO SOARES

Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

OBRIGADO,PELA SINCERIDADE





RUI PIRES DA SILVA DEIXA PND E ADMITE FILIAR-SE NO PSD.

Segundo Rui Pires da Silva o partido “cometeu asneira atrás de asneira na preparação para os actos eleitorais”. Diz, ainda, que o PND não tem “pernas” para andar desta forma. “Ou Monteiro pega no partido, ou mais vale terminar com ele de vez”, desabafa o politico de 25 anos. Rui Pires da Silva afirma que não vai desaparecer da vida politica, pois foi eleito Deputado Municipal em Sever do Vouga onde concorreu como cabeça de lista para a Assembleia Municipal como independente na lista do PSD.

Confrontado sobre uma ligação ao PSD, Rui Pires da Silva diz que nunca escondeu o seu gosto pela política, mas que para já o seu partido é Sever do Vouga.

www.terranova.pt







David Araújo
TRAIÇÃO DE JUDAS

Penso que toda a gente da Nova Democracia ficou chocada com os resultados últimos. Daí o silêncio de chumbo a que quase todos se remeteram. Tanto esforço para tão pouco.

A estratégia da Nova Democracia estava concentrada em Braga. Era aqui que Manuel Monteiro se apresentava como candidato. Era aqui que os principais meios do PND seriam usados. Era daqui que se falaria na maior parte dos tempos de antenas disponíveis.
Mas os resultados não apareceram, havendo mesmo uma diminuição de votos do que há quatro anos atrás. E isto aconteceu na maioria dos outros distritos.
Perante isto, impõe-se uma reflexão, mais em jeito de encontrar soluções do que caçar traidores e bodes expiatórios.
Há muito que Manuel Monteiro ansiava ser eleito deputado por Braga e há muito que a coordenação de Braga clamava por ele. As vontades uniram-se e tudo parecia compor-se.
Depois do grande esforço de filiação de militantes, como a lei dos partidos exigia, Manuel Monteiro lança a coordenação de Braga numa recolha de 22 mil assinaturas, que representavam uma espécie de pedido para que pudesse a vir ser candidato a deputado do Minho.
Se aparentemente parecia uma boa acção, veio a verificar-se um esforço doloroso e, intuído por alguns militantes da coordenação de Braga, como inútil. Se as assinaturas entre amigos se faz com agrado, quando esgotado o nosso círculo pessoal e passamos para gente menos conhecida e, depois, para os que já não conhecemos, começa a ser tudo muito mais complicado. Estes já desconfiam de nós e fazem-nos perguntas sobre a necessidade dessas assinaturas. Claro que tínhamos a esperança de irmos divulgando uma candidatura, para recolhermos votos.
Aqui começa um certo mal estar na coordenação de Braga. Nem todos achavam tal ideia necessária. Hoje percebemos que era muito mais pertinente organizar-se os militantes e simpatizantes em estruturas que lhes permitissem ajudar na pré-campanha que se avizinhava.
Seguidamente aparece o projecto da Missão Minho. Inicialmente seria um movimento de gente independente e militantes de outros partidos que se reuniriam em volta de Manuel Monteiro, para que o distrito de Braga conseguisse um deputado. De grupo paralelo à Nova Democracia, passa a grupo dominante. A partir daqui a Nova Democracia em Braga passou a ser apenas apêndice da Missão Minho. Nos folhetos distribuídos e nos primeiros cartazes o coração aparece ao lado da Missão Minho. O próprio Manuel Monteiro faz diligências junto de outros pequenos partidos no sentido duma coligação, para que o termo Missão Minho possa aparecer nos boletins de voto.
Como nenhuma coligação foi viabilizada, retoma-se o termo Nova Democracia já com eleições bem próximas.
No próprio congresso do Porto não se aprovou uma estratégia que fosse tão longe. Aprovou-se uma abertura do PND a pessoas de bem que quisessem colaborar connosco e à sociedade civil. Também era importante uma maior aposta no distrito de Braga.
No concreto assistimos a um desaparafusar da pouca máquina da Nova Democracia. Esta desarticulação já tinha começado antes do congresso do Porto, com o empolamento da notícia de elementos infiltrados e com o afastamento da Susana Barbosa da coordenação de Aveiro. Daqui passou-se para a desarticulação do Porto e de Braga.
Não conheço todos os contornos desta sucessão de factos. Mas acredito que algumas das situações criadas foram precipitadas e patéticas, trazendo resultados não desejáveis e pouco consciencializadas na hora. Porém não acredito numa conspiração, em que alguns se uniram para destruir o PND, ainda que para certas pessoas que inspiravam Manuel Monteiro a Nova Democracia era desvalorizada.
Agora sei categoricamente que os maiores prejudicados foram a Nova Democracia e Manuel Monteiro.
É sempre difícil falarmos de culpados. O sucesso ou insucesso de um grupo depende de muitos, ainda que uns tenham mais responsabilidades que outros. Também não é esse aspecto que me interessa agora, mas o de expor outras situações que nunca deveriam ter acontecido.
Na comunicação social apareciam frequentemente dois factores de efeitos negativos: Manuel Monteiro surgia quase sempre como ex-líder do CDS e ex-líder do PND. O eleitorado não gosta de “ex”, mas de líderes assumidos. Também nas fotos de muitas reportagens, o candidato minhoto surgia quase sempre sozinho, demasiado só e com uma imagem perigosa de isolamento. Se lhe acrescentarmos as trapalhadas com a Missão Minho, está tudo explicado.
Para terminar, escrevi este texto para expor o meu luto e a minha tristeza. Necessitamos de exteriorizar as alegrias e as tristezas para continuarmos a viver. O PND teve já demasiadas más experiências, desde que se iludiu facilmente com nomes sonantes e descurou uma máquina adequada. Mas se trabalhar como um partido e não tiver complexos disso, os resultados aparecerão. É o que está a acontecer na Madeira e noutros locais. A Nova Democracia trás mais valia a Portugal e à Lusofonia.

FONTE

NOTA
DESDE JÁ OBRIGADO PELA SINCERIDADE,SÓ É PENA QUE OS PROFETAS QUE PREVIRAM ISSO TENHAM SIDO MAL TRATADOS PELA DIRECÇÃO DO PND.