APÓS A DEMISSÃO DO DR.M.MONTEIRO DO PND ESTE BLOGGE FICA PARA A HISTÓRIA.
Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2010
O PND Braga Expressa o Sentimento de Solidariedade aos Madeirenses
O PND Braga expressa o sentimento de solidariedade de todos os Minhotos a todas as famílias e concidadãos madeirenses.O PND Braga, apresenta aos familiares de todos os que pereceram nesta tragédia as sentidas condolências e o pesar pelas trágicas consequências da forte intempérie.
Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2010
OLHA PARA O QUE EU DIGO;MAS NÃO OLHES PARA O QUE EU FAÇO!!!
ONDE É QUE ESTÁ O ESTADO DE DIREITO?
Um Estado de Direito é aquele onde existe confiança. Confiança nos órgãos de soberania, nas instituições, nos agentes e nos representantes do poder público. A confiança é um pressuposto base para a manutenção do contrato político. Sem ela é a própria ideia de Estado que fica em causa e o Direito não passa de um conjunto de normas escritas, sem tradução concreta na vida das pessoas e das comunidades. Quando não há confiança no Estado, nos seus tribunais e nos seus governantes, os slogans são letra morta para o comum dos indivíduos. Podem ser repetidos todos os dias, mas isso em nada altera a realidade. E a realidade crua que hoje temos em Portugal diz – nos que a desconfiança é absoluta. Não bastava a grave crise financeira e a ausência de rumo para a economia, para sermos ainda brindados com um Watergate português, que veio abalar a já devastada imagem dos mais altos responsáveis da administração pública.
O que se passa entre nós é mau de mais e afecta a própria estrutura do Estado democrático. Que não haja ilusões a este respeito, porque por muito grave que seja a tentativa de controlar a comunicação social não é menos grave a atitude incompreensível de instituições e órgãos que deviam ser o garante da legalidade e da isenção. Para o cidadão comum, agora que começa a conhecer o teor e o alcance da trama, é difícil entender quer as decisões do Supremo Tribunal de Justiça e da Procuradoria Geral da República, quer a ausência delas por parte da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Dá a ideia de estarem reféns dentro das suas próprias casas, de um braço tentacular que lhes tolhe os movimentos e os impede de agir. Porém é também incompreensível, digo mesmo inconcebível, a atitude quase cordata da oposição perante este caso. A medo decidiu falar e só após a pressão dos factos noticiados. Longe vão os tempos em que um primeiro – ministro era fustigado semanalmente, quando um membro do seu governo desviava uma manta da TAP ou comprava um qualquer monte alentejano, sem o pagamento correcto dos impostos. Agora tudo mudou e a crise económica e financeira transformou – se em álibi para tolerar o intolerável, desculpar o que não tem desculpa e ignorar o que não pode ser ignorado.
Como poderá o País enfrentar os problemas, mobilizar os portugueses e ser credível além fronteiras, se a impunidade for a regra para alguns políticos e os seus amigos? Há quem diga ser catastrófica a hipótese de uma queda do governo e a possível convocação de eleições. Afinal, sustentam, esta Assembleia tem pouco mais de quatro meses. Mas o que é pior? Manter em funções quem dia após dia perde credibilidade e ataca tudo e todos sem desmentir os factos ou ter a coragem de salvar o Estado e a Justiça? Como podemos pedir sacrifícios às famílias, aos trabalhadores e aos empresários, pactuando paralelamente com a teia de interesses obscuros montados e protegidos a arame farpado? Desenganem – se os que defendem a falsa estabilidade, porque nada pode ser pior do que destruir a autoridade do Estado mantendo uma classe dirigente demasiado conivente e comprometida entre si. As escutas publicadas não são um assunto privado, são um assunto que diz respeito a todos nós e que colocam o actual primeiro – ministro numa posição insustentável.
Manuel Monteiro
FONTE
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NÃO HÁ MAIS DEGRAUS PARA DESCER – MANUEL MONTEIRO
Texto de Manuel Monteiro no blogue A REVOLTA
Estamos para lá do fundo e entrámos no vazio absoluto. Já não há palavras e as críticas estão todas esgotadas. A situação política já não é grave, entrou simplesmente em colapso e se tivéssemos Forças Armadas e líderes militares com força e autoridade, a 3ª República terminaria aqui os seus dias. Os nossos problemas não decorrem apenas do “SOL” ter vindo confirmar suspeitas antigas, tão pouco do facto de termos um primeiro – ministro que falta à verdade e é “chefe” de operações, que atentam contra o Estado de Direito; os nossos problemas adensam – se quando nenhum líder partidário se pronuncia com firmeza sobre os inconcebíveis factos agora relatados. Parece existir um manto de corrupção que salpica muito mais pessoas, muito mais políticos e provavelmente de vários partidos. Que fazer? Que fazer quando o Supremo Tribunal de Justiça ignora a realidade, quando a Procuradoria-Geral da República encolhe os ombros e quando a Assembleia da República se demite e não convoca com carácter de urgência José Sócrates, para que este se explique? Que fazer? Apelar ao levantamento nacional ou esperar que o Presidente da República demita o governo? É mais do que óbvio que Sócrates não tem condições para continuar como primeiro – ministro. Perdeu autoridade, perdeu a pouca confiança que lhe restava e perdeu acima de tudo o respeito que era devido ao cargo que exerce. O Presidente da República não pode hesitar permitindo a manutenção em funções de um primeiro – ministro, que todos os dias nos desmobiliza e todos os dias nos corrói a esperança.
É preciso salvar Portugal; é pois preciso demitir o governo.
FONTE
Ó MANUEL GANHA JUIZO; E O QUE FIZES-TE AO PND O QUE FOI?
PORQUE EMBORA TU ESTANDO FORA DA DIRECÇÃO DO PND PORQUE CONTINUAS A MANIPULAR A ACTUAL DIRECÇÃO? PORQUE CONTINUAS COM OS JOGUINHOS DE QUEM SÓ FALA DO QUE SE PASSA NA CASA DOS OUTROS ; QUANDO TU NEM O PND CONSEGUES TER DE PÉ!QUE SERÁ?POIS É NÃO TENS ESCADAS PARA SUBIR NEM PARA DESCER, E DEPOIS FALAS DOS OUTROS....
Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010
Petição pela salvaguarda do complexo das sete fontes
Petição pela salvaguarda do complexo das sete fontes
O Complexo das Sete Fontes é uma obra de engenharia hidráulica única, datada do século XVIII, com inestimável valor histórico, ambiental, cultural e arquitectónico, classificado desde 2003 como Monumento Nacional e actualmente em fase final de classificação como Zona Especial de Protecção (ZEP).
Durante séculos o complexo manteve-se funcional e preservado, abastecendo de água grande parte da cidade de Braga, mas, nos últimos anos, tem sido sujeito a constantes agressões à sua integridade, conforme tem sido denunciado por várias associações de protecção do património e ambiente, várias forças políticas, comunicação social e população Bracarense em geral.
À elevada pressão urbanística já existente, junta-se agora, a ameaça da edificação de um ou mais viadutos de acesso ao novo Hospital Central de Braga, atravessando o Complexo das Sete Fontes. A construção do viaduto contraria as medidas de protecção que advêm da classificação como Monumento Nacional e futura Zona Especial de Protecção.
Esta é, talvez, a última oportunidade que temos para AGIR. Num futuro próximo pode não restar nada para proteger.
Nós cidadãos, abaixo assinados, exigimos:
1.Preservação, restauro e manutenção deste património único, incluindo todas as seis (outrora sete) Mães-d’Água, minas, galerias e condutas.
2.Proibição de construção nas imediações do Complexo das Sete Fontes, incluindo o(s) viaduto(s) previstos e realização de estudos de acessos alternativos ao futuro Hospital. A execução destes acessos deve conter a obrigação de contornar o Complexo, não o invadindo e respeitando assim a ZEP.
3.Aumento da área da ZEP e do nível de protecção, incluindo zona non edificandi, salvaguardando os veios de água, a vital exposição solar e a manutenção do tapete vegetal.
4.Exposição pública e detalhada do estudo de impacto ambiental dos acessos, com os respectivos estudos hidrogeológico e arqueológico da área circundante.
5.Devolução da fonte mais alta ao seu conjunto arquitectónico, excluindo-a dos terrenos do novo Hospital Central de Braga.
6.O reaproveitamento, já prometido pelo actual executivo camarário da água, com respectiva recondução para fins públicos (fontes e fontanários) e privados (mediante pagamento).
7.A concretização de uma promessa, há muito anunciada pela C.M. de Braga, de criação do futuro “Centro Interpretativo da História da Água” no Complexo.
Os Peticionários
ASSINE AQUI A PETIÇÃO
O Complexo das Sete Fontes é uma obra de engenharia hidráulica única, datada do século XVIII, com inestimável valor histórico, ambiental, cultural e arquitectónico, classificado desde 2003 como Monumento Nacional e actualmente em fase final de classificação como Zona Especial de Protecção (ZEP).
Durante séculos o complexo manteve-se funcional e preservado, abastecendo de água grande parte da cidade de Braga, mas, nos últimos anos, tem sido sujeito a constantes agressões à sua integridade, conforme tem sido denunciado por várias associações de protecção do património e ambiente, várias forças políticas, comunicação social e população Bracarense em geral.
À elevada pressão urbanística já existente, junta-se agora, a ameaça da edificação de um ou mais viadutos de acesso ao novo Hospital Central de Braga, atravessando o Complexo das Sete Fontes. A construção do viaduto contraria as medidas de protecção que advêm da classificação como Monumento Nacional e futura Zona Especial de Protecção.
Esta é, talvez, a última oportunidade que temos para AGIR. Num futuro próximo pode não restar nada para proteger.
Nós cidadãos, abaixo assinados, exigimos:
1.Preservação, restauro e manutenção deste património único, incluindo todas as seis (outrora sete) Mães-d’Água, minas, galerias e condutas.
2.Proibição de construção nas imediações do Complexo das Sete Fontes, incluindo o(s) viaduto(s) previstos e realização de estudos de acessos alternativos ao futuro Hospital. A execução destes acessos deve conter a obrigação de contornar o Complexo, não o invadindo e respeitando assim a ZEP.
3.Aumento da área da ZEP e do nível de protecção, incluindo zona non edificandi, salvaguardando os veios de água, a vital exposição solar e a manutenção do tapete vegetal.
4.Exposição pública e detalhada do estudo de impacto ambiental dos acessos, com os respectivos estudos hidrogeológico e arqueológico da área circundante.
5.Devolução da fonte mais alta ao seu conjunto arquitectónico, excluindo-a dos terrenos do novo Hospital Central de Braga.
6.O reaproveitamento, já prometido pelo actual executivo camarário da água, com respectiva recondução para fins públicos (fontes e fontanários) e privados (mediante pagamento).
7.A concretização de uma promessa, há muito anunciada pela C.M. de Braga, de criação do futuro “Centro Interpretativo da História da Água” no Complexo.
Os Peticionários
ASSINE AQUI A PETIÇÃO
CARTA ABERTA DO PRESIDENTE ANTÓNIO SALVADOR
Caros bracarenses, sócios e adeptos do SC Braga,
Atendendo aos factos ocorridos recentemente e que penalizam fortemente o nosso Clube, hoje, mais do que nunca, a nossa união e o vosso apoio é fundamental.
Há muito que manobras estranhas e inqualificáveis estão a ser urdidas nos corredores do poder tendo apenas um objectivo: PARAR O SC BRAGA. O que os nossos adversários não têm conseguido fazer em campo tem sido tentado nos bastidores por alguém que tudo tem feito para manchar o nosso bom nome e tirar brilho à nossa excelente campanha futebolística.
É por isso que apelo a todos os bracarenses, sócios e adeptos para que estejam cada vez mais ao nosso lado, enchendo o Estádio AXA para darem o seu apoio à nossa legião de Gverreiros, mas também para fazerem ouvir o seu protesto contra as atrocidades que nos têm feito desde o início da temporada.
Frente ao Marítimo, no dia 14 de Fevereiro, em partida a contar
para a 19ª jornada, não teremos o Vandinho e o Mossoró, mas, certamente, teremos um reforço importante: o seu apoio nas bancadas. Nesse dia, as portas do Estádio AXA irão abrir-se, sendo a entrada gratuita para todos os bracarenses, sócios e adeptos do SC Braga, sendo vital encherem as bancadas de vermelho e branco – QUEREMOS 30 MIL BRACARENSES A PUXAR PELO SC BRAGA – para demonstrarem total solidariedade para com o nosso grupo de trabalho.
É nesta hora que mais precisamos de estar unidos. Não serão “alguns doutores” que nos irão parar nem derrubar. Todas as manobras de desestabilização (e estamos preparados para que mais jogadas de bastidores surjam até ao final da época) apenas nos fazem mais fortes e mais unidos para lutarmos juntos (dirigentes, treinadores, jogadores e adeptos) contra as atrocidades e barbaridades que temos vindo a assistir.
Dentro de campo, o SC Braga tem demonstrado toda a sua qualidade, brio e profissionalismo, sendo, de forma legítima, o líder do Campeonato Nacional – e não precisamos de antecipar jornadas para sermos os primeiros -, mas fora das quatro linhas tudo têm feito para nos retirar esse estatuto. Nunca me escondi – e certamente, não o irei fazer agora – na defesa do bom nome do SC Braga. Podem castigar-me, multar-me ou tentar silenciar-me, mas nunca deixarei de defender a honra do nosso Clube contra todos aqueles que nos tentam prejudicar, a cobro de objectivos escondidos e estratégias tenebrosas, mas que são facilmente perceptíveis por todos que acompanham o futebol português.
Caro bracarense, sócio e adepto, o seu apoio é fundamental. Esteja ao lado do seu Clube – o nosso Clube – porque juntos seremos cada vez mais fortes.
Braga, 4 de Fevereiro de 2010
O Presidente do Conselho de Administração
António Salvador da Costa Rodrigues
FONTE
Atendendo aos factos ocorridos recentemente e que penalizam fortemente o nosso Clube, hoje, mais do que nunca, a nossa união e o vosso apoio é fundamental.
Há muito que manobras estranhas e inqualificáveis estão a ser urdidas nos corredores do poder tendo apenas um objectivo: PARAR O SC BRAGA. O que os nossos adversários não têm conseguido fazer em campo tem sido tentado nos bastidores por alguém que tudo tem feito para manchar o nosso bom nome e tirar brilho à nossa excelente campanha futebolística.
É por isso que apelo a todos os bracarenses, sócios e adeptos para que estejam cada vez mais ao nosso lado, enchendo o Estádio AXA para darem o seu apoio à nossa legião de Gverreiros, mas também para fazerem ouvir o seu protesto contra as atrocidades que nos têm feito desde o início da temporada.
Frente ao Marítimo, no dia 14 de Fevereiro, em partida a contar
para a 19ª jornada, não teremos o Vandinho e o Mossoró, mas, certamente, teremos um reforço importante: o seu apoio nas bancadas. Nesse dia, as portas do Estádio AXA irão abrir-se, sendo a entrada gratuita para todos os bracarenses, sócios e adeptos do SC Braga, sendo vital encherem as bancadas de vermelho e branco – QUEREMOS 30 MIL BRACARENSES A PUXAR PELO SC BRAGA – para demonstrarem total solidariedade para com o nosso grupo de trabalho.
É nesta hora que mais precisamos de estar unidos. Não serão “alguns doutores” que nos irão parar nem derrubar. Todas as manobras de desestabilização (e estamos preparados para que mais jogadas de bastidores surjam até ao final da época) apenas nos fazem mais fortes e mais unidos para lutarmos juntos (dirigentes, treinadores, jogadores e adeptos) contra as atrocidades e barbaridades que temos vindo a assistir.
Dentro de campo, o SC Braga tem demonstrado toda a sua qualidade, brio e profissionalismo, sendo, de forma legítima, o líder do Campeonato Nacional – e não precisamos de antecipar jornadas para sermos os primeiros -, mas fora das quatro linhas tudo têm feito para nos retirar esse estatuto. Nunca me escondi – e certamente, não o irei fazer agora – na defesa do bom nome do SC Braga. Podem castigar-me, multar-me ou tentar silenciar-me, mas nunca deixarei de defender a honra do nosso Clube contra todos aqueles que nos tentam prejudicar, a cobro de objectivos escondidos e estratégias tenebrosas, mas que são facilmente perceptíveis por todos que acompanham o futebol português.
Caro bracarense, sócio e adepto, o seu apoio é fundamental. Esteja ao lado do seu Clube – o nosso Clube – porque juntos seremos cada vez mais fortes.
Braga, 4 de Fevereiro de 2010
O Presidente do Conselho de Administração
António Salvador da Costa Rodrigues
FONTE
Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010
UM NAVIO SEM TIMONEIRO,,,QUAL O SEU FUTURO?
Senhores Conselheiros
Por deliberação do Conselho Geral tomada em 15 de Novembro de 2009, deveria realizar-se um congresso extraordinário do Partido no próximo dia 6 de Fevereiro em Lisboa. Acontece, porém, que a Direcção do Partido me informou que lhe é completamente impossível, por indisponibilidade de meios humanos, proceder à preparação e instalação do congresso para essa data.
Sendo assim é impossível a realização do Congresso para a referida data pelo que dou a sua convocação por anulada e sem qualquer efeito.
Deste modo, convoco uma reunião do Conselho Geral para o dia 14 de Fevereiro em Coimbra no hotel D. Inês pelas 14:00 horas, com a seguinte ordem de trabalhos:
1. Informação sobre as razões de não convocação do Congresso que deveria reunir dia 6 de Fevereiro próximo e ratificação da decisão de o não convocar tomada pelo Presidente do Conselho Geral;
2. Discutir, apreciar e votar uma proposta de convocação de um Congresso Extraordinário, decidir sobre a sua composição, aprovar a ordem de trabalhos, a data e local da sua realização e aprovar o regulamento de eleição dos respectivos delegados;
3.- Discutir sem caracter deliberativo, quaisquer outros assuntos de interesse geral.
Com os melhores cumprimentos,
Luis Teixeira e Melo
FONTE
CONGRESSO ADIADO PARA MARÇO
Por problemas logisticos o próximo Congresso do PND, a realizar em Lisboa, foi adiado para Março.
Este Congresso será aberto a todos os militantes que queiram participar.
Relembra-se que ao abrigo dos Estatutos em vigor – artigo7º, nº3 alínea d) , só são militantes os membros do partido que pagam quotas
DE FACTO ESTE MEU PND ARRANJA CADA IDEIA NOVA; MEU DEUS!artigo7º, nº3 alínea d)
DESDE A SUA FUNDAÇÃO QUE EU PAGUEI ENTRADAS EM CONGRESSOS,JANTARES DO PARTIDO,QUOTAS,GASOLINA DO MEU BOLSO PARA APOAIAR O PND EM BRAGA ,AVEIRO,LISBOA ,ETC...
O ESTRANHO É QUE NUNCA DESDE 2003 EU E OUTRAS CENTENAS DE MILITANTES DO PMD RECEBERAM UM SÓ RECIBO A COMPROVAR ESSES PAGAMENTOS E AGORA VEEM COM O artigo7º, nº3 alínea d)ESTRANHO...
FONTE
Por deliberação do Conselho Geral tomada em 15 de Novembro de 2009, deveria realizar-se um congresso extraordinário do Partido no próximo dia 6 de Fevereiro em Lisboa. Acontece, porém, que a Direcção do Partido me informou que lhe é completamente impossível, por indisponibilidade de meios humanos, proceder à preparação e instalação do congresso para essa data.
Sendo assim é impossível a realização do Congresso para a referida data pelo que dou a sua convocação por anulada e sem qualquer efeito.
Deste modo, convoco uma reunião do Conselho Geral para o dia 14 de Fevereiro em Coimbra no hotel D. Inês pelas 14:00 horas, com a seguinte ordem de trabalhos:
1. Informação sobre as razões de não convocação do Congresso que deveria reunir dia 6 de Fevereiro próximo e ratificação da decisão de o não convocar tomada pelo Presidente do Conselho Geral;
2. Discutir, apreciar e votar uma proposta de convocação de um Congresso Extraordinário, decidir sobre a sua composição, aprovar a ordem de trabalhos, a data e local da sua realização e aprovar o regulamento de eleição dos respectivos delegados;
3.- Discutir sem caracter deliberativo, quaisquer outros assuntos de interesse geral.
Com os melhores cumprimentos,
Luis Teixeira e Melo
FONTE
CONGRESSO ADIADO PARA MARÇO
Por problemas logisticos o próximo Congresso do PND, a realizar em Lisboa, foi adiado para Março.
Este Congresso será aberto a todos os militantes que queiram participar.
Relembra-se que ao abrigo dos Estatutos em vigor – artigo7º, nº3 alínea d) , só são militantes os membros do partido que pagam quotas
DE FACTO ESTE MEU PND ARRANJA CADA IDEIA NOVA; MEU DEUS!artigo7º, nº3 alínea d)
DESDE A SUA FUNDAÇÃO QUE EU PAGUEI ENTRADAS EM CONGRESSOS,JANTARES DO PARTIDO,QUOTAS,GASOLINA DO MEU BOLSO PARA APOAIAR O PND EM BRAGA ,AVEIRO,LISBOA ,ETC...
O ESTRANHO É QUE NUNCA DESDE 2003 EU E OUTRAS CENTENAS DE MILITANTES DO PMD RECEBERAM UM SÓ RECIBO A COMPROVAR ESSES PAGAMENTOS E AGORA VEEM COM O artigo7º, nº3 alínea d)ESTRANHO...
FONTE
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